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terça-feira, 15 de maio de 2012

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10 Bons Motivos para seu bebê ouvir músicas!


Diverte, estimula a percepção e a criatividade. Esses são alguns dos bons motivos para você fazer seu filho escutar muitas canções, veja:

1. Ouvir música é uma delícia
Deixando de lado qualquer justificativa lógica, médica ou pedagógica, a música é antes de tudo uma fonte de prazer. Alegra a vida, descansa, empolga e diverte. Partindo daí, o que ela pode trazer a mais, como a possibilidade de acelerar a aprendizagem, é lucro.

2. Ajuda no desenvolvimento cognitivo
Muito se fala de desenvolvimento. Da sociedade, de um país e, o que mais interessa aos pais, dos bebês. Afinal, quem não se preocupa em ver o filho crescendo bem, aprendendo na velocidade esperada? Por isso, é comum aparecerem dúvidas do tipo “será que ele está demorando demais a falar, a engatinhar?”.
Para resolver essa inquietação, automática e saudável, cuidadores vivem em busca de maneiras de estimular os baixinhos a aprender o máximo – e o mais rapidamente – possível. Nessa empreitada, a música é uma aliada. Ao ouvir um clássico, por exemplo, a criança desperta, de forma muito intuitiva e natural, para a identificação de tons, ritmos, nuances e vibrações. E essa percepção por si só oferece uma gama de estímulos.


3. Boa para a concentração, boa para o raciocínio lógico
Pode soar contraditório, uma vez que a música oferece tantos estímulos, mas ela é capaz de relaxar e incitar a absorção de informações. Há uma linha de estudos que a relaciona com o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático. Uma pesquisa da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, feita com alunos que estudavam música, revelou que eles conseguiam um rendimento até 41% superior em relação aos demais em testes de proporções e frações. Quer mais? Em outra investigação da mesma universidade, um grupo de alunos que faziam aulas de piano apresentou um desempenho melhor em matemática quando comparados a colegas de até duas séries acima que não estudavam música.

4. A ginástica da alma
Muitas vezes, esquecemos de quanto o processo de crescimento de uma criança transcende aspectos físicos e intelectuais. Ninguém vai negar que ser um mestre em contas ou falar vários idiomas pode ser muito importante para o futuro de uma pessoa, mas será menos vantajoso se ela for tímida, introspectiva e insegura. Esse processo de posicionamento social envolve outras questões tão complexas quanto as do amadurecimento biológico. “Você pode formar um estudioso técnico, um repetidor, ou pode abrir mais canais de percepção, mais parâmetros para uma criança. A arte, em geral, contribui muito para isso”, explica Yara Mangini Kuhn, diretora doConservatório Musical Beethoven . Exercitar a arte incrementa a criatividade, a percepção e a intuição, características hoje muito valorizadas por empresas na hora de contratar. “É essencial para o equilíbrio de um indivíduo”, frisa Yara.
A criança que aprecia música, independentemente do estilo, põe em prática a sensibilidade e a subjetividade. Ela associa sons a cores e sentimentos, por exemplo. “Certa vez, em uma aula, me surpreendi com um dos alunos, à época com 1 ano e meio, que encheu os olhos de lágrimas ao som de uma música que nem letra cantada tinha”, relata Lilian Ipaves Cruz, formada em música e professora de musicalização infantil na MusicKids . O pequeno não estava sofrendo, apenas sentindo a melancolia da melodia.

5. Coordenação motora
Tocar um instrumento exige não só da audição mas também das habilidades motoras. “Autores perceberam que a prática musical faz com que o cérebro funcione em rede. O indivíduo, ao ler determinado sinal na partitura, necessita passar essa informação visual ao cérebro. Ele, por sua vez, transmitirá à mão o movimento necessário. Ao final, o ouvido acusará se o movimento feito foi o correto”, explica Monique Andries Nogueira, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo. Vale lembrar que a coordenação motora não é beneficiada somente pelo exercício de violino, piano ou qualquer outro instrumento. Até a prática despretensiosa da dança tem essa capacidade. “A música auxilia na concentração e na coordenação de uma forma intuitiva”, diz Yara Mangini Kuhn.

6. Inclusão social e cultural
“Com música, você enriquece o repertório cultural de uma criança. Ela é mais uma manifestação cultural de um país, de um nicho, de uma tribo. E reflete um tempo – não necessariamente presente –, uma história”, ressalta Yara. Ao colocar seu bebê em contato com canções e melodias, você está aumentando o leque de referências dele, que ganha, assim, novos parâmetros para fazer comparações e associações. A música pode ainda despertar talentos para outros tipos de arte.

7. Música para relaxar
O contato com estímulos de todo tipo se dá de forma muito precoce hoje. Nem sempre de forma positiva, já que pode contribuir para a formação de pessoas desconcentradas, hiperativas e até estressadas. A música é uma ferramenta eficaz para desacelerar o ritmo. Quantos de nós já não apelaram para uma melodia suave quando a canseira no trânsito, por exemplo, chega ao auge? Com criança não é diferente. Uma pesquisa da Universidade de Toronto, no Canadá, comprovou a capacidade que os ritmos serenos têm de alterar o estado mental dos bebês.
“Há experiências na área de saúde, trabalhos em hospitais que utilizam a música como um elemento fundamental para o controle da ansiedade dos pacientes e até para ajudar na recuperação de coma”, lembra a diretora do Instituto Beethoven. Não é à toa que a musicoterapia é uma prática reconhecida. E, se é capaz de influenciar o mais hermético e distraído dos adultos, imagine um bebê!

8. Até antes de nascer
Durante a gestação, as sensações e os sentimentos da mãe se refletem no bebê e na sua saúde. Portanto, as barrigudas podem e devem se deleitar ao som de uma boa composição.

9. O papel dos pais
“O importante é a música fazer parte do desenvolvimento da criança”, aconselha Yara Mangini. Existem cursos de musicalização infantil para bebês a partir dos 6 meses. “Até 3 ou 4 anos, não se trata de ensino de um instrumento. A partir dos 6 anos, a criança já tem condições de aprender a tocar, mas isso se ela quiser”, explica Lilian Ipaves Cruz. No cotidiano, os pais podem entoar canções infantis ao dar banho e trocar a fralda do bebê, fazer brincadeiras ritmadas ou simplesmente ligar o som e deixar a criança se soltar.

10. O que a criança deve ouvir?
“A música clássica ainda é uma das melhores opções, por ser mais ordenada e rica. Mas existem outros estilos, e até discos de música popular brasileira específica para crianças”, opina Lilian Ipaves Cruz. Já Monique Afrias compara essa escolha à montagem do cardápio do pequeno. “Um lanche fast food, de vez em quando, não faz mal a ninguém desde que a nutrição básica seja feita por uma dieta balanceada. Da mesma forma, os malefícios de ouvir uma música descartável podem ser minimizados se, em casa, você nutrir os ouvidos e o cérebro de seu filho com uma música rica, estimulante e de boa qualidade.”
Seu filho não precisa se tornar um pianista, um guitarrista ou um cantor. Ele pode nunca aprender ou se tornar um virtuose em um instrumento. Pode ser apenas mais um apreciador da música. Isso já será uma contribuição para que ele se desenvolva e, ousamos até dizer, aumente as chances de ser um adulto feliz. Afinal, quem nunca ligou o som para se distrair e tentar fugir dos percalços da vida?

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