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quarta-feira, 27 de junho de 2012

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PAP de bonecos feitos com meias

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Oi gente!!

A Mari nos postou aqui como fazer fantoche com meias. E achei também esses lindos coelhinhos também feitos, reciclando meias antigas da criançada. Fica lindo para decorar o quarto!

Veja:






Legal né gente! Bora fazer também? É daqui.

terça-feira, 26 de junho de 2012

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Idéias para decorar ventilador

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O que fazer com o ventilador velho do quarto???
Que tal decorar e dar uma cara nova a ele? Amei a ideia...
Perfeito né?? Vamos copiar?
Falando em ventilador... pra os menino vale anotar esta ideia aqui. A foto está feia mas a ideia é ótima!!!


domingo, 24 de junho de 2012

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9 passos para impor limites

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Terapeuta, autora, mãe e avó, Diane Levy separa as atitudes que valem a pena das que só gastam energia e compartilha sua fórmula para ter filhos disciplinados!




1. Não se explique demais
“Quando pedimos para uma criança fazer algo ou para parar de fazê-lo, nosso hábito é de seguir com uma grande explicação de porquê tal ação é necessária. Se nossos filhos não respondem à primeira explicação, pensamos que ela não teve apelo para eles (ou que eles apenas não a entenderam) e, então, gastamos tempo e energia em tentar convencê-los novamente”, explica Diane.
Se a criança não entendeu porque está sendo solicitada a fazer ou deixar de fazer algo, dificilmente ela será convencida por mais e mais explicações. O que ela precisa entender é que tudo o que você pede é para o bem dela – e assim será até ela crescer.
2. Não dê mais de um aviso
“Ao dar várias chances e avisos, nós mostramos às crianças que não acreditamos naquilo que dizemos e que não esperamos uma ação efetiva até darmos muitos e muitos avisos”, diz Diane. “A maioria das crianças entende que enquanto os pais estão nesse ‘modo de aviso’, nada irá acontecer com elas”. Portanto, seja firme.
3. Não adule
Você se pega usando frases como “se você arrumar seu quarto, ganha um chocolate” ou “faça toda a lição e te dou um brinquedo” com frequência? Pense melhor. “Quando os adultos se esforçam adulando e coagindo as crianças para que elas façam o que devem, isso significa que só os pais estão fazendo o trabalho duro, enquanto os filhos esperam uma recompensa convincente o bastante para encorajá-los a começar uma tarefa que não é mais que obrigação deles”.
4. Não suborne
As crianças devem ser acostumada a agir dentro de um senso de obrigação. “Se o único jeito de conseguirmos fazer com que as crianças façam o que mandamos é oferecendo algo, nos deixamos vulneráveis a ter que pensar em maiores e melhores ‘mimos’ com o tempo. Além disso, essa ação dá às nossas crianças a permissão de perguntar ‘o que você me dará se eu fizer isso?’ – e esse não é um bom hábito para se encorajar”, resume Diane.
5. Não ameace
Ameaças funcionam com "se você não fizer isso.. então eu irei…”. Diane explica que, assim, você abre um contrato e isso dá margem para a criança negar a oferta. "Aprendi essa lição muito cedo com o meu primeiro filho. Quando dizia 'Robert, se você não guardar seus brinquedos agora, não iremos ao parque essa tarde', ele apenas respondia 'tudo bem'. E eu ficava sem saber para onde ir", relembra.
"Outro problema em ameaçar é que, se você fala que irá fazer algo, é obrigado a cumprir isso. A maioria das ameaças que tem como objetivo persuadir a criança a fazer o que foi pedido nos pune mais do que a elas", explica Diane. E exemplifica: “Os pais ameaçam: 'Se você não fizer isso imediatamente, não verá mais TV pelos próximos três dias'. É mais provável que a vida de quem fique mais difícil com essa ameaça?".
6. Não puna
Segundo Diane, algumas crianças aprendem através das punições, mas muitas se tornam ressentidas, irritadas e se sentem tratadas de forma desleal. “Também, se usarmos a punição, nossos filhos podem simplesmente aprender como aguentá-las – e voltarem a fazer aquilo que tentamos evitar”, afirma.
Mas se os pais deixarem de explicar, avisar, adular, subornar, ameaçar e punir, o que eles podem fazer? Diane sugere uma estratégia simples, com três passos: peça, diga e aja.
7. Peça uma vez só
Diane recomenda que os pais simplesmente peçam o que deve ser feito e observem a resposta do filho. Isso dará a eles uma informação importante. “Quando as crianças se negam a fazer o que foi pedido, eles usualmente expressam uma das três formas a seguir: tristeza, irritação ou distanciamento”, ensina ela.
A tristeza é simbolizada por chateação. “Eles parecem ofendidos e dizem ‘por que eu?’”, descreve. A irritação se manifesta em confronto: “eles discutem e acusam você de ser injusto com eles”. O distanciamento é caracterizado por indiferença. “Eles ignoravam você, olham para outro lado e continuam o que estão fazendo”, completa Diane. “Tudo isso significa que a criança não fará aquilo que pediu”. Mas como reagir?
8. Diga de maneira enérgica
“Vá até o seu filho – isso pode ser um pouco difícil para os pais, pois significa que eles terão que parar aquilo que estavam fazendo, levantar e ficar do lado da criança”, orienta Diane. Segundo ela, a presença próxima vale a pena. “Uma vez que aparecemos perto da criança, ela sabe que isso significa que ela terá que fazer o que foi pedido”.
A autora recomenda que os pais falem baixo – isso mostra que eles estão no controle tanto da própria voz quanto da criança – e que olhem seu filho nos olhos.
9. Aja
Se seu filho não respondeu a nenhuma das ações anteriores, você precisa fazer algo. “A coisa mais efetiva que você pode fazer é usar a ‘distância emocional’ até que ele esteja pronto para fazer o que foi pedido”, aconselha Diane. “Pegue-o no colo ou pela mão e o leve para o quarto. Diga firmemente ‘você é bem-vindo para se juntar à família assim que estiver pronto para fazer o que pedi’, e deixe-o sozinho”, completa. Lembre-se: o seu filho tem o poder de se reunir à família ao fazer o que lhe foi pedido.
MiGCompLinks_C:undefinedQuando as crianças são maiores – e tirá-las do lugar é mais difícil – Diane recomenda que os pais apenas determinem consigo mesmos: “eu não farei nada até que ele esteja pronto para fazer aquilo que eu pedi”. E continuem com o que estiverem fazendo, normalmente. “Quando a criança aparecer com um pedido, você pode calmamente lembrá-la de que ficaria feliz em atendê-la, assim que ela fizer aquilo que foi estabelecido (e ignorado) anteriormente”, diz a autora. “Ele pode fazer duas ou três tentativas para chamar sua atenção, mas vai acabar entendendo que precisa fazer o que foi solicitado pelos pais”, finaliza.

sábado, 23 de junho de 2012

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Para brincar na Água

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Esponja em forma de estrela fácil de fazer pra criançada brincar na água. Tem até fotos do passo a passo. Vejam que mara:



Gente é simples e lindo não é mesmo? As crianças vão amar! Ideia do One Charming.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

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Quando a caixa vira brinquedo

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Oi...

A Box Play for Kids vende adesivos customizados e ecologicamente corretos que se adaptam em vários tipos de caixas (de sapatos, de cereal, de leite, de ovos, de lenço de papel), incentivando adultos e crianças a transformarem caixas velhas/usadas em brinquedos superdivertidos.

Confira:







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Divertida estante para sapatos

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Olá Pessoas.... 

Olha só esta perfeição pro quarto dos nossos gatinhos e gatinhas. Esta estantezinha japonesa pode ser comprada online por US$29.50 em diferentes cores e com bichinhos variados no topo. 
Uma solução bacana para deixar as coisas mais à mão e super organizado. Fica a dica!





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15 truques infalíveis para distrair seu bebê

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Não dá para esperar que o filhote espontaneamente se distraia com a paisagem em uma viagem de carro nem que ele tenha um comportamento exemplar em aviões e restaurantes. Assim que o tédio bate... Toda mãe sabe o tamanho da encrenca. O segredo é sair de casa preparada. Veja as sugestões de duas especialistas em estimulação infantil e brincadeiras e garanta a diversão de toda a família:


1

Tour recreativo

No restaurante, passeie pelo local com seu filho no colo. Enquanto o prato não chega, mostre a ele os vários ambientes, a atividade dos garçons e, se possível, o preparo dos alimentos. A criança vai adorar e certamente ficará mais calma e entretida com os próprios brinquedos, no cadeirão, quando a refeição for servida.

2

Imitando a Eliana

Que tal brincar com os dedinhos do pequeno chamando-os pelos apelidos (mindinho, seu vizinho...)? Outra opção é cantar parlendas acompanhadas de gestos, como: “Dois dedinhos, dois dedinhos, onde estão? Aqui estão...” Mais uma graça do gênero é aquela brincadeira antiga em que você toca, sucessivamente, cada um dos olhos, a boca e o nariz do bebê, enquanto recita: “Janela, janelinha, porta, campainha... Din-dóm!”

3

Sem bagunça

Antes de sair, faça uma seleção pequena dos brinquedos favoritos do seu filho e leve-os. Assim, você tem com o que distraí-lo antes que ele se aposse de saleiro e porta-guardanapo – o que sempre acaba mal.

4

Surpresa!

É infalível: deixar para apresentar um brinquedo novo no restaurante ou durante um voo garante bons minutos de tranquilidade. No carro, porém, é preciso cautela com o que oferecer, pois mesmo objetos pequenos podem causar danos se houver uma colisão. É melhor restringir a livros e brinquedos de tecido.

5

Bolinhas de sabão

Elas são sempre irresistíveis, e mesmo os pequenos conseguem segui-las com o olhar. Para melhorar, as máquinas de fazer bolhas são fáceis de carregar. Recorra a uma em momentos de grande agitação, desde que o restaurante tenha uma área externa.

6

Menu de brincadeiras

Invista na variedade. Seu filho se mantém concentrado por mais tempo quando você oferece uma atração de cada vez – tente primeiro um livro, depois dê um boneco e, em seguida, duas argolas para serem encaixadas uma na outra.

7

Bebê multimídia

Um aparelho de DVD portátil pode ser facilmente usado em um restaurante. O único cuidado é escolher uma mesa maior, para o aparelho ficar bem acomodado, evitando acidentes. Fones de ouvido grandes, daqueles que se encaixam na cabeça, são os melhores para impedir que o barulho atrapalhe os outros fequentadores e ainda têm a vantagem de também ser um item divertido para o bebê explorar.

8

Diversão high tech

Como a maioria dos estabelecimentos já tem internet sem fio, use o notebook para acessar sites infantis. No discoverykidsbrasil.com, há a opção de assistir aos vídeos que os pequenos já conhecem da TV.

9

Olha quem está falando

Telefones de brinquedo ou mesmo seu celular rendem um bocado de distração. Finja que conversa com pessoas conhecidas, nomeando-as uma a uma, ou deixe a criança fazer isso. Os bebês adoram esse tipo de brincadeira repetitiva. Para ficar melhor, misture os nomes dos personagens favoritos aos de familiares e amigos.

10

Mãos à obra

Massinhas de modelar distraem, mas exigem supervisão. Prefira as que vêm em forma de bastão, que são mais firmes e não esfarelam. Vale pedir um pedaço de massa crua na pizzaria.

11

Caras e bocas

Acredite: um simples espelho de bolsa é uma maravilha para distrair bebês com menos de 1 ano, que adoram ver a própria imagem refletida. Para os maiores, a pedida é fazer careta e ver como fica no espelho.

12

Hora do teatrinho

Usar os brinquedos ou fantoches para conversar é uma boa maneira de acalmar seu filho com a mudança na rotina. Pegue uma boneca, um carrinho ou um cubo e, com voz em falsete, diga coisas como: “Então, você está viajando com os seus pais? Que gostoso! Vocês vão brincar bastante. Hoje de manhã nós fomos à praia e amanhã vamos de novo”. Desse modo, você explica o que está acontecendo naquele momento e tranquiliza o pequeno anunciando o que vem pela frente.

13

É brincando que se aprende

Coloque objetos de diferentes cores, tamanhos e texturas em uma sacola de pano e deixe seu filho esvaziá-la. Depois, incentive-o a colocar tudo de volta. É um passatempo simples, mas os bebês adoram!

14

Adivinhação

Embrulhe alguns brinquedos antes de sair de casa (não precisam ser novos) usando várias folhas de papel de cores diferentes. Seu filho vai se divertir tentando descobrir qual é a surpresa de cada embrulho.

15

Coisa de gente grande

Se houver um playground com crianças mais velhas, leve o bebê até lá. Mesmo sem entrar na farra, ele vai se distrair prestando atenção nos jogos dos maiores.


Via

domingo, 17 de junho de 2012

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30 perguntas e respostas sobre o pós-parto

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Especialistas respondem às principais dúvidas que surgem nas semanas após o nascimento do bebê

1. Fiz uma cesárea. Se engravidar novamente, o bebê poderá nascer por parto normal?
Sim, pois a chance de você ter um parto normal após a cesariana gira em torno de 50%. Mas, diante de mais partos por cesárea, as chances caem bastante e há ainda um risco considerável de rotura uterina durante o parto.

2. É normal os pés continuarem inchados após o parto?
Absolutamente normal. Isso acontece por causa do aumento da retenção de líquidos e da ingestão de medicações antidiuréticas, usadas para a contração do útero. Mas fique tranquila, já que seu pé desincha em uma semana.

3. Quanto tempo o leite demora para descer?
A apojadura, como é chamada a “subida do leite”, acontece entre o terceiro e o quinto dia depois do parto. O líquido que sai antes se chama colostro, que é rico em anticorpos e por isso também é muito importante para o recém-nascido.

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Sapatinhos para uma pisada adequada

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Os sapatos certos podem fazer muito pelo desenvolvimento da criança. Além de deixá-las mais bonitas, estilosas e completar o visual, o calçado ideal a ajudará a andar melhor e sentir mais segura na hora dos passeios e brincadeiras. Para lhe orientar nesta escolha, confira as dicas dos especialistas.

Idade da criança: até os doze meses, que é quando o bebê geralmente começa a dar os primeiros passos, o sapato é basicamente um acessório que acompanha a roupinha. Até esta idade, o aconselhável é que o pé fique bem confortável. Então, priorize materiais como lã e tecidos leves e com solado pouco resistente. Já quando o bebê vai para o chão e começa a andar, priorize os calçados que dão firmeza aos pés da criança. Assim, ela se sentirá segura para dar os primeiros passos. Conforme a criança cresce, os modelos podem ir variando: tênis, sandálias e papetes sempre têm espaço na sapateira dos pequenos.

Flexibilidade: esta característica é essencial para todos os calçados. A sola do sapatinho terá de seguir os movimentos do pé durante o andar, principalmente na hora em que a criança deposita seu peso sobre os dedos. Calçados com solado muito resistente podem prejudicar o desenvolvimento dos pequenos. Opte por aqueles que possuem solas de borracha e evite as fabricadas em couro pouco flexível ou madeira.

Tamanho: para que o sapato dure alguns meses a mais, muitos pais acabam escolhendo um par com a numeração maior que o pé da criança. Mas, esqueça isso! Se o calçado estiver largo ou grande para o bebê, ele terá dificuldades para se equilibrar, deixando-o inseguro nas primeiras passadas, o que pode causar tropeços e quedas.

Solado: é importante que a sola do calçado tenha ranhuras. Essa textura cria atrito entre o calçado e o solo, evitando que a criança escorregue. Até os 12 meses, o ideal é que essa sola seja quase imperceptível, já que até esta idade, o sapato funciona como um adereço ou simplesmente está ali para deixar o pé aquecido.
Já do primeiro ao terceiro ano, o ideal é que a sola seja fina, para que se torne o mais flexível possível e seja capaz de acompanhar os movimentos do pé do bebê. Quando a criança completa seus três anos, o pé está um pouco maior e o solado já pode ser mais grosso, porém, é essencial que continue confortável.

Material: os sapatinhos em couro resistente e verniz podem ser usados em ocasiões especiais. No dia a dia, os pais devem optar por calçados feitos em lona, nylon, camurça, tecido e alguns tipos de plástico, que não incomodem o pé da criança. Esses materiais, além de super práticos na hora da limpeza, são mais leves e mais flexíveis, deixando o pé da criança mais confortável. Além disso, avalie se o calçado escolhido tem uma boa sustentação no calcanhar. O pé da criança deve ficar sempre junto da palmilha. Se há esta movimentação, sinal de que o calçado não é o ideal.

 Modelo: para escolher o modelo, nada melhor que avaliar o ambiente. Se a criança vai ao parquinho ou à escola, ela precisará se sentir segura para aproveitar as brincadeiras. Nos dias mais quentes, as sandálias e papetes estão liberadas, desde que contenham fechamentos para assegurar que o pé da criança fique sempre em contato com a palmilha. Os sapatos com velcro são a melhor opção para os pés pequeninos, já os sapatos com cadarço podem ser usados quando a criança estiver maior, por volta dos quatro anos. Os saltos estão proibidos. Durante a infância, a criança ainda não tem coordenação para se equilibrar sobre saltinhos. Então, o modelo deve ter a sola uniforme e baixa.
Os tênis são ótimas opções para os dias de frio, já que eles sustentam o pé da criança e dão segurança no andar. Só evite que a criança se apegue aos calçados usados especificamente para praticar esportes, como as chuteiras.  Já, quando o assunto são as botas, melhor mesmo é usá-las eventualmente, respeitando sempre a flexibilidade e o conforto da criança.

Agora que você já sabe escolher, confira alguns modelitos da coleção de sapatinhos da loja Bebe Abril, com conforto garantido:






Adquira esses lindos modelinhos aqui!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

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Alimentação infantil: 19 mitos e verdades

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Jantar muito tarde provoca sono agitado nas crianças?
A chance de isso acontecer é grande, principalmente se a refeição for rica em gordura, que leva mais tempo para ser digerida, e a criança for para a cama logo depois de comer. Durante o sono, o organismo funciona mais lentamente e isso inclui a digestão. O estômago, então, fica mais pesado e chega a incomodar. "Já uma refeição com baixo teor de gordura leva pelo menos duas horas para ser digerida", afirma Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, em São Paulo. "Após esse período a criança pode se deitar tranqüilamente", completa o médico.

É melhor o bebê comer frutas com ou sem casca?
"O mais indicado é consumi-las com casca, quando possível, porque ela é uma ótima fonte de fibras", garante Fábio Ancona Lopes, especialista em alimentação infantil da Unifesp. Mas enfatiza: as frutas devem ser muito bem lavadas em água corrente e com a ajuda de uma escovinha, para que fiquem livres de resíduos de agrotóxicos, substâncias extremamente prejudiciais.

É verdade que alimentos crus e duros ajudam a desenvolver a musculatura infantil?
"Sim, eles estimulam a mastigação, fortalecendo os músculos da boca e facilitando a fala", diz Renata Cocco, pediatra da Unifesp. Quando introduzir a sopa na dieta do bebê, em vez de bater os ingredientes no liquidificador, experimente passá-los na peneira. Depois que seu filho estiver mais crescido, amasse os alimentos com um garfo para que possam ser mastigados. E, assim que alguns dentes tiverem nascido, ofereça alimentos crus, como a cenoura e a maçã, em pequenos pedaços — esta última dica, aliás, vale para a alimentação do resto da infância e da adolescência.

O leite de soja pode substituir o de vaca?
"Sim, se o problema for intolerância à lactose", explica Renata Cocco. "Se não, o de vaca é melhor, porque tem mais cálcio." É bom saber, ainda, que um grupo de proteínas do leite de vaca, as caseínas, pode provocar reações como urticária. Por isso, em caso de dúvida, consulte o pediatra. Só ele pode recomendar o tipo de leite mais adequado para a alimentação do seu filho.

Alimentos com corantes causam alergia?
A resposta é não para a grande maioria dos baixinhos. Além dos corantes, os espessantes e os conservantes, encontrados nos produtos industrializados, também são mal-afamados. "Mas testes comprovam que apenas 5% dessas substâncias estão relacionadas a crises alérgicas", revela a pediatra Renata Cocco. "Já os alérgicos ao ácido acetilsalicílico, componente da aspirina, precisam tomar cuidado, porque tendem a apresentar reações a aditivos alimentares."

Leite fermentado ajuda a combater a diarréia?
"Sim, os lactobacilos presentes no leite fermentado competem com as bactérias nocivas no organismo, modificando e colonizando a flora intestinal com germes benéficos", informa o nutrólogo Mauro Fisberg, de São Paulo. Assim, a inclusão desse tipo de bebida na alimentação infantil pode abreviar a duração da diarréia. Se o problema persistir, procure o pediatra.

Quantas vezes por semana doces e refrigerantes podem entrar no cardápio do meu filho?
Depende. "Se a criança estiver acima do peso, ofereça duas porções de desses itens por semana", recomenda a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se ela não vive em pé de guerra com a balança, três porções semanais estão de bom tamanho. "Esses alimentos devem ser oferecidos com muito mais parcimônia em caso de colesterol ou triglicérides altos ou mesmo hipertensão", completa.

Refrigerante diet e guloseimas adoçadas artificialmente devem ser evitados pelas crianças?
"Não há nenhum componente nesses produtos que seja comprovadamente nocivo à saúde", afirma a pediatra Renata Cocco. Nenhum estudo concluiu, por exemplo, que aspartame faça mal ao organismo dos pequenos. "Mas, por serem artificiais, recomendamos que esses alimentos sejam consumidos só quando realmente há necessidade", explica a pediatra.

Posso colocar todos os dias um bolinho desses comprados prontos na lancheira do meu bebê?
Se for sem recheio nem cobertura, vá em frente. "Eles são ótimas fontes de carboidratos", afirma a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se pertencer à categoria dos recheados, a coisa muda de figura. Para obter a consistência cremosa, os recheios são produzidos com gordura hidrogenada, verdadeiro veneno. Em altas quantidades, leva à obesidade e ao aumento do colesterol (sim, criança também pode acumular essa substância nas artérias). Para variar, experimente substituir os bolos por bolachas salgadas ou um sanduíche.

Os macarrões instantâneos são liberados para as crianças?
"A massa em si não faz mal nenhum, pois é uma excelente fonte de carboidratos", afirma a pediatra Roseli Sarni, da Unifesp. O problema está no condimento que dá sabor e faz com que o prato seja um dos preferidos da garotada. "Além de ser um tempero artificial, ele contém grande quantidade de sódio, que leva ao aumento da pressão e à retenção de água." Em outras palavras, poder pode, mas só de vez em quando.

Crianças de qualquer idade podem comer frutos do mar?
"De jeito nenhum. Por uma questão de segurança, espere que complete 2 anos", orienta Priscila Maximino. Os principais riscos são a intoxicação alimentar e as alergias. É bem verdade que cozinhar ou assar esse tipo de alimento diminui o perigo, mas, como seguro morreu de velho, é melhor esperar um pouco para incluir os itens na alimentação infantil.

Café faz mal para os baixinhos?
A bebida não é das mais indicadas, porque a cafeína pode deixar a criança agitada. "Porém, uma xícara pequena de café puro por dia não faz mal a ninguém", afirma o pediatra Ary Lopes, para alívio das mães que não abrem mão do pretinho misturado com o leite. Se você já ouviu dizer que ele prejudica a absorção de cálcio, saiba que não há razão para se preocupar. "A quantidade de cafeína presente em um copo de café com leite é tão pequena que não interfere na retenção do mineral pelo organismo", esclarece o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, da Universidade São Marcos, em São Paulo.

Meu filho adora peixe cru. Tudo bem?
Acima de 2 anos, tudo bem. "Para não arriscar, só vá a restaurantes impecáveis no que se refere à higiene", recomenda Ary Lopes. Caso a preferência recaia sobre o salmão — que andou na berlinda como agente da difilobotríase (doença que provoca dor abdominal, náuseas e vômitos) —, cheque se foi previamente congelado a 21 graus e se o estabelecimento tem o certificado sanitário, que garante a procedência e a qualidade do pescado.

Gemada é capaz de dar pique?
Ela foi a queridinha das mães zelosas até alguns anos atrás. Não é mais, até porque nem mesmo os especialistas a recomendam. "O ovo cru pode estar contaminado com salmonela", adverte a nutricionista infantil Suzy Graff, de São Paulo. "A bactéria pode provocar diarréia, vômito ou até levar à morte." Infelizmente, ovos de diversas marcas podem estar contaminados por causa de higiene e refrigeração deficientes. Como é quase impossível saber quais têm condições de consumo, o mais seguro é fritá-los ou, melhor ainda, cozinhá-los.

Suco de beterraba acaba com anemia?
Não. Uma xícara de beterraba ralada possui, pasme, apenas 0,8 miligrama de ferro. "A criança anêmica tem que consumir todo santo dia 5 miligramas do mineral para cada quilo de peso, durante três meses", explica o pediatra Ary Lopes Cardoso. Já um bife pequeno de fígado tem, em média, 8,5 miligramas desse nutriente.

A carne vermelha é essencial para a criança crescer saudável?
"Sim, ela é uma importante fonte de proteínas, gordura, ferro e zinco", confirma a médica Roseli Sarni. Contra anemia, ela é imbatível. Está lotada do chamado ferro-heme, ou ferro orgânico, que é muito mais bem aproveitado pelo corpo do que o mineral presente nos vegetais. Segundo a especialista, a anemia afeta mais de 40% das crianças em idade pré-escolar no Brasil. Por isso a carne vermelha deve ser consumida ao menos três vezes por semana, de preferência acompanhado de uma fonte de vitamina C, como a laranja, para aumentar a absorção do ferro. O frango e o peixe são bons substitutos, mas, fique sabendo, não contêm a mesma concentração do tal ferro-heme.

O que a mãe deve observar no rótulo - o índice de gordura ou o de sódio?
Os dois. Não há uma dosagem máxima recomendada por produto — e, se houvesse, ela seria diferente conforme a idade. Mesmo assim é bom ficar de olho nesses ingredientes. A gordura, lembre-se sempre, não pode fornecer mais do que 30% das calorias diárias consumidas pela criança. Não precisa ficar fazendo conta a toda hora: basta usar o bom senso e, se oferecer algo com teor de gordura nas alturas ao seu filho, cuidar para que o restante do cardápio daquele dia seja mais leve. Para o sódio, vale o mesmo raciocínio, lembrando que até 12% da meninada entre 6 e 18 anos é hipertensa e aí o excesso de sal, já sabe… Vale conversar com o pediatra sobre o assunto, afastar essa hipótese e pedir uma orientação sobre o consumo diário de sal adequado para o seu filho.

Vale a pena incluir aqueles pós multivitaminados na alimentação dos meus filhos?
"Esses pós devem ser ingeridos como complementos da alimentação só se a criança apresentar déficit de nutrientes ou estiver abaixo do peso.", diz Mauro Fisberg. Eles são indicados principalmente quando é necessário aumentar o aporte de calorias, vitaminas ou sais minerais no organismo. O ideal é que esse tipo de suplemento seja utilizado sob a orientação de um nutricionista, já que é muito calórico.

As informações estampadas nas embalagens se referem às necessidades nutricionais de crianças ou de adultos?
"Em geral elas se referem às necessidades dos adultos, exceto quando os produtos são dirigidos ao público infantil", esclarece Fábio Ancona Lopes. "O importante é saber que cada idade requer tipos e quantidades específicos de nutrientes", completa. E as recomendações mais indicadas para cada faixa só o especialista pode fazer. Moral da história: vale olhar o rótulo? Até vale, mas apenas para ter uma leve referência quando o consumidor é uma criança.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

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10 erros dos pais de primeira viagem - evite-os!

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Quem falou que é fácil cuidar de um bebê? Mas você pode simplificar a vida evitando práticas que não dão certo. Confira os dez equívocos mais comuns e veja o que os especialistas sugerem para corrigi-los.

1. Não se cuidar
Você não é a única que torna os desejos da criança prioridades e se coloca em último plano. “As mulheres são peritas em cuidar dos outros, mas se sentem egoístas ao pensar em si”, reprova a jornalista especializada em maternidade Ann Douglas, autora de 28 livros sobre o tema, entre eles The Mother of All Baby Books (A mãe de todos os livros de bebê, ainda não publicado no Brasil).
A solução
Nos primeiros meses, fica difícil tirar uma boa soneca sem interrupções ou se entregar a uma gostosa hidromassagem. Mas não existe motivo para relaxar na alimentação. Se você não deixaria o pequeno almoçar salgadinho com refrigerante, por que está comendo isso? Um pouco de exercício também é fácil de encaixar na rotina. Impossível ir à academia? Então, ponha o pequeno no carrinho e dê uma volta pela praça ou parque mais próximo de casa. A mudança de ares vai ser boa para ambos!

2. Enfeitar demais o berço
Colocar pelúcias, cobertor, manta, protetores e almofada para posicionar o filhote. Ao redor, pôr móbiles e vários quadrinhos. Incluir ainda babá eletrônica e mais brinquedos... Você caprichou, e o ninho do pequeno ficou lindo, equipado e com uma aparência superaconchegante. Será? Pode ser que sim, mas isso não é o ideal. O excesso de objetos à vista é superestimulante e impede o bebê de relaxar. Sem falar no risco de sufocamento que os adornos de berço representam, como alerta a Academia Americana de Pediatria.
A solução
 “O ideal é contar com um ambiente calmo, de pouca luminosidade e bem arejado para o bebê dormir”, diz a terapeuta infantil Kim West, autora de Good Night, Sleep Tight (Boa noite, durma bem, ainda não publicado no Brasil). “Nos primeiros meses, um lençol limpo e bem ajustado e um colchão firme é tudo de que ele necessita”, ensina Kim.

3. Achar que todo choro é fome
É automático: o bebê resmunga e a primeira reação é oferecer o peito ou a mamadeira. Mas o choramingo pode indicar também que seu filho está cansado, agitado, com calor, desconfortável ou apenas entediado.
A solução
A menos que seja a hora da mamada, faça um esforço para identificar outras causas possíveis. Verifique fralda, veja se o corpinho está frio ou quente demais, procure distraí-lo com uma voltinha pela casa ou, inversamente, deite o em um ambiente tranquilo. Se nada funcionar, pode ser fome ou alguma dor (mas nesse caso o choro é agudo e não cessa). No começo é complicado, mas logo você será capaz de diferenciar o “Estou entediado” dele do “Quero mamar”.

4. Ignorar o melhor da festa
Pergunte a outros pais o que mudariam se pudessem voltar ao tempo em que os filhos eram bebês, e a maioria irá responder que teria relaxado e vivenciado mais as emoções dos primeiros meses. Pode acreditar: qualquer preocupação vira fumaça diante do sorrisinho do seu fofo.
A solução
Reserve um momento do dia para repassar mentalmente tudo o que sua criança é capaz de fazer e agradeça a si mesma. Pense no rostinho dela, na força com que segura seu dedo, na doçura com que a olha... É, você está criando um serzinho incrível! Aproveite essa fase e se dê o merecido crédito por ela.

5. Deixar o pai de lado
Com as atenções voltadas para a dupla mãe e bebê, o pai se coloca em segundo plano. Caso você não o estimule a participar da rotina do filho, ele logo irá questionar quanto é necessário. “O sentimento de exclusão afeta negativamente o casal e a dinâmica familiar”, alerta a terapeuta Michelle Maindenberg, de Nova York, nos Estados Unidos.
A solução
Seu marido pode se encarregar de trocar fralda, dar banho, vestir o pequeno, levá-lo para passear ou ao pediatra. O sucesso dessas iniciativas, porém, depende da sua postura. É preciso se dispor a abrir mão do controle da situação. Acredite: mulheres que sabem das coisas mordem a língua antes de criticar como o marido cuida do filho e ficam atentas à possibilidade de aprender jeitos diferentes (e melhores) de lidar com o bebê.

6. Ser rígida com horários
Sim, você leu que os filhos sentem-se seguros com uma rotina bem estruturada. Mas seu recém-nascido ainda não chegou a esse capítulo... E a tentativa de impor uma agenda militar à família vai deixar todos infelizes e frustrados.
A solução
Até o terceiro mês, a maioria das crianças acorda para mamar a cada duas ou três horas e dorme no restante do tempo. “Esse início de vida é pontuado por vários ciclos de crescimento e desenvolvimento que impactam sono, apetite e humor. Os pais podem se dar por felizes se o recém-nascido tiver um ritmo regular por metade do tempo”, afirma o pediatra J.J. Levenstein, de Los Angeles, nos Estados Unidos. A ordem é respeitar as necessidades da criança e não se culpar caso ela durma durante a mamada ou esteja com a corda toda no horário previsto para dormir.

7. Viver comparando
Em uma sociedade competitiva como a nossa, a conversa com outras mães na saída do berçário ou durante o banho de sol na praça muitas vezes se transforma em uma disputa sobre qual filho é mais esperto. No final do papo, você pode ficar cheia de dúvidas sobre o desenvolvimento do seu bebê. Por que ele nem engatinha se o amigo da mesma idade está quase andando? E o neto da vizinha, que sabe falar várias palavras enquanto o seu apenas balbucia?
A solução
Em primeiro lugar, lembre que mães e avós às vezes usam lentes de aumento para descrever o progresso da criança. Outro motivo para evitar comparações é o fato de que cada bebê é único, e os marcos gerais de desenvolvimento colocam limites bem elásticos para a aquisição das diferentes habilidades. “Algumas crianças falam cedo, mas são fisicamente passivas, enquanto outras logo acenam e sentam sem apoio. Tanto faz se o pequeno anda aos 9 ou aos 16 meses – os dois extremos são normais”, explica Levenstein. Para se tranquilizar, leia livros confiáveis sobre desenvolvimento infantil e tire as dúvidas com o pediatra.

8. Exagerar no individualismo
Por mais que você seja autossuficiente em todos os setores da vida, não se sinta na obrigação de continuar no comando doméstico nem de criar o bebê sozinha. “Em toda a história humana, a criação dos filhos sempre foi uma tarefa dividida. Afinal, somos animais sociais”, lembra a pediatra Chery Wu, de Nova York.
A solução
“Deixe o orgulho de lado e aceite todas as ofertas de ajuda de avós, tios e até vizinhos. Repetindo: todas as ofertas! Nos três primeiros meses, a mãe deve se concentrar em cuidar do bebê e de si mesma”, diz Chery. Outras pessoas podem se encarregar de lavar a louça, trazer comida e vigiar um pouco o pequeno. “As pesquisas mostram que as crianças se beneficiam ao contar com mais de um guardião”, garante a pediatra.

9. Duvidar da própria intuição
Os primeiros meses são cheios de dúvidas. Como saber se aquele serzinho indefeso está com fome, doente ou cansado? Some a isso os palpites de amigos e parentes e logo você estará duvidando da sua capacidade de ser mãe.
A solução
Primeiro, eleja uma fonte confiável para suas dúvidas, como o pediatra. “Em relação aos demais conselhos, o segredo é escutá-los com o filtro de besteiras ativado. As experiências de fóruns de mães, de avós ou mesmo do taxista que a conduziu até o pediatra podem ser úteis ou simplesmente descartadas. Confie nos seus instintos para separar o joio do trigo”, aconselha Michelle. E lembre: o bebê é o melhor professor. Quanto mais conviver e se ligar a ele, maior sua capacidade de identificar os cuidados de que seu filho precisa.

10. Não educar o sono
Embora seja inútil querer regular os horários do recém-nascido, é verdade que bons hábitos de sono precisam ser cultivados. A partir do terceiro ou quarto mês, o bebê já estará com seu ritmo biológico mais equilibrado. É hora de ajudá-lo a diferenciar dia e noite. Assim, todos na família se beneficiarão de noites bem-dormidas.
 A solução
Estabeleça uma rotina para o sono do seu filho. “Comece acordando-o todos os dias no mesmo horário pela manhã – às 7h30, por exemplo – e observe a que horas no fim do dia ele se mostra mais sonolento”, ensina Kim. A partir daí, adote um ritual de sono, que pode incluir banho, massagem e uma canção de ninar antes de colocá-lo no berço sempre nesse horário. Não escureça o quarto para os cochilos diurnos. E, inversamente, diminua o ritmo da casa à noite e não faça brincadeiras caso ele acorde pela madrugada.
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